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| José Governou o Egito por 80 anos |
Referências Bíblicas: Gn 39.1-4; 41-54
Texto Central: Pv 22.29
Devocional: Sl 89.1-19
Introdução
A
situação que o mundo atual atravessa. Basta dar uma ligeira olhada nos jornais,
ver os noticiários na televisão ou ouvir no rádio. As guerras em todo o mundo
revelam as preocupações que os governantes tem em encontrar soluções para a
salvação da sociedade humana. Em seu desespero as pessoas buscam um líder que
possa governar o mundo – seja um deus ou o diabo. Em tudo isso, vemos os homens
se debatendo em meio a ideias e ideais políticos, e surgem correntes liberais,
conservadoras, monarquistas, anarquistas, enquanto a sociedade vai se debatendo
num mar de corrupção, a mercê de sentimentos ambiciosos de muitos líderes
políticos.
Estudo
da Lição
I – O
Grande Segredo: Comunhão Com Deus
As nações mais desenvolvidas
econômica, politica e social do globo, são aquelas que foram — colonizadas ou
que se formaram através de um povo conhecedor da BÍBLIA e que vivia em comunhão
com Deus. Lamentamos que hoje muitas dessas nações estejam em decadência moral
porque deixaram a comunhão com Deus e por isso também estão sofrendo problemas políticos,
econômicos sociais e se envolvendo constantemente em convulsões internas e
externas.
Acompanhando os passos da
vida de José vemos um homem que vivia com DEUS, tinha comunhão tal que dela
nasceu-lhe o perfeito conhecimento das necessidades do povo egípcio e os meios
para superar uma violenta crise de fome (Gn 39.3 – 40.8-41.39). O resultado
consequentemente é que veio a se constituir no maior estadista de todos os
tempos da antiguidade; Ministro da Fazenda e Agricultura (cf. Gn 4.48, 54, 57 e
Gn 41.34-35). Israel enquanto manteve comunhão com Deus experimentou resultados
excelentes.
II –
A Base Fundamental: Respeito Integral
A
exposição feita por José perante o Faraó (Gn 41.29-37) se constitui em lei
reguladora para o benefício do povo egípcio. José cumpriu rigorosamente tudo o
que Deus lhe revelou e foi exposto ao Faraó. A sua obediência a Deus
proporcionou como consequência a “salvação de sua própria linhagem”. Produzir
leis novas de nada valem se não se obedecem às que já estão vigorando.
III –
Um Governo Justo: Tolerância e Humanidade
A
atitude de José, elevado ao alto cargo de ministro de Estado e homem de
confiança do Faraó, era de tolerância e humanidade. Poderia ter-se aproveitado
do seu poder e tirado partido para si e seu povo, poderia ter-se vingado da
mulher de Potifar, poderia vingar-se de seus irmãos. Ao contrario, fez um
governo tolerante e humano. Humanitário (Gn 47) e Tolerante (Gn 45.4-5).
Promoveu o bem estar do povo e da casa do Faraó, tornando o Faraó o senhor
absoluto das terras do Egito, comprando com trigo, o gado, as terras e o povo
para seu Senhor.
Aplicações
1º Em diferentes épocas de crise no mundo, muitos homens de Deus se
notabilizaram pelas suas ações em benefício da sociedade. Elias (profeta),
Moisés (legislador), Samuel (juiz) Davi (rei), Daniel (estadista), homens que a
semelhança de Jose tinham uma característica comum (comunhão com Deus)
Quem conhece a historia da humanidade,
verificará que foram os crentes que deram aos povos a civilização e o progresso
atuais. Basta ver a historia da Inglaterra, França, Holanda, Suécia, Suíça,
Noruega, Estados Unidos e verificaremos a marca prodigiosa do evangelho na
formação desses - povos. Exemplo: A confissão de Westminster e a Inglaterra. Os
crentes são um povo que sempre se empenhou pelo progresso e a paz.
2º Nilo Peçanha, que exerceu a presidência da
republica de 14/6 1909 a 15/11/l910, que assumiu com a morte de Afonso Pena,
proferindo uma conferência em Manaus disse: Não precisamos reformar as nossas
leis; precisamos reformar os homens. O apostolo Paulo em ROMANOS 12.2 nos
exorta a nos transformarmos “pela renovação do nosso entendimento". Só
espiritualmente transformados e reformados poderemos assumir as atitudes que
Jose assumiu (Respeito integral e irrestrito as nossas leis). Nós crentes possuímos
aquela força que nos torna capazes de assumir uma atitude de absoluto respeito
as leis humanas, naturais e divinas. Essa força reside na confiança e no temor
a Deus. Por isso temos obrigação de assumir nossa posição frente aos problemas
nacionais e lutar por aquilo que é justo e aceitável a Deus.
3º Jesus nos ensinou a forma correta do nosso
relacionamento com nosso próximo, mostrando o contraste entre o enunciado da
lei e da graça "Ouvistes o que foi dito: ‘Olho por olho, dente por dente’.
EU PORÉM VOS DIGO: "que não resistais ao mal mas se alguém te bater na
face direita, oferece-lhe a outra, e ao que quiser pleitear contigo e tirar-te
o vestido, larga-lhe também a capa, e se qualquer te obrigar a caminhar 1 milha
vai..." Em Mateus 18.21-22, Pedro, pergunta-lhe ate quantas vezes devemos
perdoar nosso irmão (sete?)- Não mas 70X7, o que significa inúmeras vezes ou
"sempre". Oramos sempre: PERDOA ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS. Está certo?
temos perdoado mesmo? O que é o perdão? ver Mateus 18.15-17 ou 5.22-24. Vemos
pelas palavras de Jesus como somos intolerantes com nosso próximo e com nossos
irmãos. Jesus não ensinou intolerância nem ódio, mas amor, perdão. A
intolerância não e divina. José provou como se pode ser tolerante, como praticar
o amor e salvar uma nação. Somos um povo apto a realizar uma grande obra de
restauração no Brasil e no mundo. Como discípulos de Jesus não podemos permitir
formas de governo que tolham a liberdade do indivíduo.
Perguntas
de Reflexão
A) 0 crente
deve ser candidato a cargo político? porque? (Mateus 5.13-14)
B) Devemos
nos afastar da política, com receio de nos corrompermos? Não; Por que? Só o
evangelho transforma o caráter, coisa que regime nenhum faz.
C) A
liberdade é prejudicial ou benéfica a nação? De uma forma ou de outra é
benéfica pois podemos combater o erro pelo nosso testemunho.
D) É possível
um governo de espírito tolerante e de sentimento de humanidade como o de José? Hoje
em dia é difícil, mas assim como Deus foi com José é possível.

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